FEDERAÇÃO NACIONAL JU-JITSU PORTUGAL


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PNFT - Novas Modalidades Desportivas

Programa Nacional de Formação de Treinadores  - Novas Modalidades Desportivas 


Com a publicação da Lei 40/2012 de 28 de Agosto, surge uma alteração no enquadramento das modalidades não reguladas por federações com o estatuto de Utilidade Pública Desportiva, retirando-as da certificação através da antiga cédula PROCAFD, que deixou de ser válida para estas modalidades.

A partir da entrada em vigor da lei acima referida, os técnicos responsáveis pelo ensino, aperfeiçoamento e treino destas modalidades passam a ser identificados como treinadores e a serem obrigados a possuir um Título Profissional de Treinador de Desporto para a modalidade em causa.

Perante a ausência de aplicação do estatuto de Utilidade Pública Desportiva (UPD) na regulação destas modalidades, através da qual o Estado reconhece uma única entidade responsável pela regulação dos seus assuntos, cria-se uma dificuldade acrescida para o processo de certificação e formação dos seus treinadores, dada a ausência de um único interlocutor em condições de assumir a responsabilidade por construir e fazer aplicar os procedimentos associados àquelas tarefas.

Competindo ao IPDJ, IP regular esta situação, impulsionados por um primeiro contacto de uma entidade associada à modalidade, inicia-se o processo em questão que irá culminar na escolha de uma entidade (ou grupo de entidades associadas) que venha a assumir a responsabilidade e a competência de desenvolver o processo de certificação dos seus treinadores e a construção dos documentos relacionados com a sua formação.

 

 

QUESTÃO MUITO IMPORTANTE

As decisões que vierem a ser tomadas e as metodologias que forem construídas destinam-se a todos os treinadores da modalidade, independentemente da associação, clube, ou outra entidade a que pertencem, da sua filiação, da sua localização geográfica e dos objetivos da prática que realizam.


Critérios utilizados pelo IPDJ, IP na escolha das entidades que serão representantes e reguladoras (para a área de formação) das modalidades não abrangidas pelas federações desportivas (com UPD)

     - Número de clubes/associações filiadas;

     - Implantação da modalidade no território nacional (distribuição dos clubes);

     - Reconhecimento por outras entidades nacionais e internacionais;

     - Número de treinadores filiados;

     - Passado de formação realizada na modalidade.


TRABALHO A DESENVOLVER PARA ADEQUAÇÃO DAS NOVAS MODALIDADES À LEI E AO PNFT

O trabalho decorre em duas áreas distintas:

     1. Certificação dos treinadores que estão em atividade;

     2. Construção dos cursos de treinadores para os novos candidatos.


CERTIFICAÇÃO DOS TREINADORES EM ATIVIDADE

Para a certificação dos treinadores já em exercício é definido um período transitório de 1 ano, contado a partir da data de formalização da escolha da entidade responsável pelo trabalho, durante o qual vai ser necessário conseguir que todos os treinadores possuam um TPTD.

Este processo de certificação destina-se apenas aos treinadores que já estejam em atividade, que vão ter de frequentar uma ação de formação complementar de curta duração, maioritariamente centrada em temas da formação geral, cuja estrutura venha a ser definida pela entidade escolhida e validada pelo IPDJ, IP. 


CONSTRUÇÃO DOS CURSOS DE TREINADORES E PRODUTOS AFINS



De modo a estarem reunidas as condições para a realização de cursos de treinadores de acordo com o enquadramento legal em vigor e com as premissas do PNFT, devem as entidades consideradas pelo IPDJ, IP como representantes e reguladoras (para a área de formação) das modalidades não abrangidas pelas federações desportivas (com UPD) apresentar os seguintes produtos técnicos (que só serão implementados após devida validação):

     - Definição das Etapas de Desenvolvimento dos Praticantes (EDP);

     - Ligação das EDP com os graus de formação (perfil do Treinador);

     - Construção dos Referenciais de Formação Específica para os diferentes graus de formação;

     - Construção dos Regulamentos de Estágio;

     - Construção dos Referenciais de RVCC Pro Treinador de Desporto;

     - Produção da Documentação de apoio aos Cursos de Treinadores (diferentes graus de formação).

 


(NOVAS) MODALIDADES DESPORTIVAS E ENTIDADES RECONHECIDAS NO ÂMBITO DO PNFT



Para acompanhar os trabalhos em curso, clique na ligação associada a modalidade desportiva em causa.

Alex Ryu Jitsu - Federação Portuguesa de Alex Ryu Jitsu

Capoeira - Federação Portuguesa de Capoeira

Jiu-Jitsu Brasileiro - Federação Portuguesa de Jiu-Jitsu Brasileiro

Ju-Jitsu - Federação Nacional de Ju-Jitsu Portugal

Lohan Tao - Federação Portuguesa de Lohan Tao

Shorinji Kempo - Federação Portuguesa de Shorinji Kempo

Squash - Federação Nacional de Squash

 

Quem pode ensinar?

Entidade reconhecida pelo Estado para o desenvolvimento do trabalho de adequação da formação de treinadores de desporto da modalidade à Lei em vigor e ao PNFT - Federação Nacional de Ju-Jitsu Portugal

Estado do processo de regulamentação: Em desenvolvimento desde 22 de Setembro de 2015

Duração do período transitório: 22 de Setembro de 2015 – 22 de Setembro de 2016

 

ACESSO ÀS AÇÕES DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR

Critério de acesso às ações de formação complementar conducentes ao TPTD Grau I

 - Idade mínima de 18 anos.
 - Ser treinador em exercício.

Critérios de acesso às ações de formação complementar conducentes ao TPTD Grau II

 - Idade mínima de 18 anos.
 - Ser treinador em exercício.
 - Experiência comprovada de 5 anos através de declaração emitida por um centro de prática ou clube.
 - Graduação mínima de 1º Dan

Referenciais de formação das ações de formação complementar Grau I - Ver

Referenciais de formação das ações de formação complementar Grau II - Ver

Lista de treinadores a necessitar de fazer formação complementar - Brevemente disponível



Nota importante:  No caso de existirem pessoas que, não estando referenciadas na lista, têm experiência no exercício da atividade de treinador da modalidade em causa, e por esse facto em condições de participar nas ações de formação complementar, devem entrar em contato com a FNJJP).

Datas e locais de realização de formação complementar - Ver

Para mais informações sobre as Ações de Formação Complementar, por favor contate:

 

Federação Nacional de Ju-Jitsu Portugal
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Quem pode praticar?

Não há restrição quanto à prática. Homens e mulheres saudáveis, de qualquer idade, podem praticar Ju-Jitsu.

 

É possível eliminar 750 calorias num treino de nível básico. Quanto mais intenso for o treino, mais caloria eliminará, podendo chegar a perder 1500 calorias. 

 

 

Se pretende perder peso e melhorar a musculatura, ou se pretende adquirir conhecimentos de defesa pessoal, o Ju-Jitsu é a modalidade certa.

Dojo

O Dojo (道場, sítio do caminho, Dōjō) é o local onde se praticam as artes marciais.

Muito mais do que uma simples área, o Dojo é um local de concentração e de respeito absoluto pelo praticante.

O termo foi emprestado do Zen Budismo, significando lugar de iluminação, onde os monges praticavam a meditação, a concentração, a respiração, os exercícios físicos e outros mais.

Por isso, é comum ver o praticante fazer uma reverência antes de entrar no dojo, pois é o primeiro passo a dar em qualquer uma das artes marciais.

Este gesto demonstra o caminho para a cortesia, o respeito mútuo e para a tomada de consciência espiritual das artes marciais.

 

Deverá ser repetida a reverência no início e final da execução das técnicas, randori ou competição.

 

 

Decompondo a palavra, ver-se-á que «» quer dizer «caminho», «estrada» ou «trilha» (sentido espiritual), e «», «lugar», «espaço físico», «sítio».

O que é Ju-Jitsu?

O Ju-Jitsu é certamente a arte a arte marcial mais antiga de que há memória. Os primeiros documentos da sua existência remota há cerca de 2000 anos, na época do Japão medieval no período Muromachi no Shogunato Ashikaga, altura em que os samurais (“Aquele que serve”) travaram constantes batalhas.  

 A palavra Ju-Jitsu significa “arte da flexibiliade/ elasticidade ou gentil” em japonês: 柔術- jū -  flexibilidade/elasticidade ou gentil, e - jutsu -  arte ou técnica.

Arte usada pelos samurais dando maior ênfase a luta corpo a corpo e à defesa contra armas, utilizando técnicas que permitem uma pessoas mais fraca defender-se de um oponente maior e mais forte.

O Ju-Jitsu era uma das dezoito disciplinas do Bu-Jutsu  (arte da guerra), disciplina onde o samurai treinava mediante a sua posição na hierarquia militar. 

Os samurais utilizavam a luta como uma arte de combate,  porém, inicialmente tornou-se marginalizado. 

No entanto, existiam escolas tradicionais que desenvolviam várias modalidades de artes marciais. A de maior dimensão e mais conhecida é o JUDO, criado por um mestre chamado Jigoro Kano, no final do século XIX, que atinge o auge no início do século XX devido às grandes vitórias por mestres de Ju-Jitsu, treinado por ele.

Uma arte mais recente é o AIKIDO, surgiu a cerca de 55 anos e foi fundada por outro mestre Morihei Ueshida, estudante de Daito Ryu e Kito Ryu. Esta arte marcial adaptou uma perspectiva mais filosófica e sem violência, trabalhando essencialmente luxações, projeçoes e imobilizações assim como o trabalho com armas.  

Uma terceira arte marcial que tem origem no Ju-Jitsu é o KENPO que utiliza muito as técnicas de batimento, assim como as projecções, chaves e estrangulamento. 

Por fim e talvez a mais conhecida de todas, o KARATÉ (com fortes influências no Ju-Jitsu). O mestre Gishin Funakoshi foi o fundador do Karaté. 

 

 

Kyoo Soku Seishin Ryu

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